sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

É Carnaval! Vamos cair na folia! Marchinha brinca com ações do prefeito João Doria na cidade. Divirta-se ;-)



Também somos filhos de Deus! Se o assunto mais comentado nesses dois primeiros meses do ano foram as ações do prefeito de São Paulo, João Doria, principalmente no embate com pichadores e grafiteiros, não poderíamos perder essa oportunidade: a marchinha carnavalesca "Pinto por Cima" trata com bom humor o que debatemos com seriedade por todos esses dias. Divirta-se.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Comissão da Educação, presidida por Claudio Fonseca, ouve o secretário Alexandre Schneider

A Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de São Paulo, presidida pelo vereador e professor Claudio Fonseca (PPS), recebeu nesta quarta-feira, 22 de fevereiro, a visita do secretário da Educação, Alexandre Schneider, para expor as diretrizes da atual gestão e falar sobre o enfrentamento de problemas crônicos como a demanda por creches e outras necessidades do ensino infantil.

Também foram debatidos temas como a reformulação do programa Leve-Leite e a política para o TEG (Transporte Escolar Gratuito), além de questões relacionadas à execução orçamentária, financiamento e custeio da educação, convênios e terceirização, material escolar, manutenção e reforma de escolas e a convocação de profissionais aprovados em concurso.

"O secretário se dispôs a comparecer, compareceu, fez seu pronunciamento inicial e foi de pronto homenageado pelo vereador Arselino Tatto (PT), que fez o reconhecimento da forma elegante como tratou os assuntos relacionados à Secretaria Municipal de Educação", registrou o vereador Claudio Fonseca.

De fato, o petista Tatto elogiou o secretário Alexandre Schneider por apresentar problemas, carências e dificuldades da pasta sem "culpar" a gestão de Haddad, mas tratando de forma "republicana" das políticas públicas do setor, dos entraves da Educação e buscando soluções eficazes.

O secretário da Educação se comprometeu a enviar todos os esclarecimentos pendentes aos vereadores e se prontificou a comparecer às reuniões da Comissão sempre que sua presença for solicitada. Também os secretários da Cultura e do Esporte devem comparecer às próximas reuniões na Câmara. Vamos acompanhar.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Na semana do Carnaval e da entrega do Oscar, o #ProgramaDiferente deixa a fantasia de lado e trata do cinema brasileiro com engajamento social



Na semana do Carnaval e também da entrega do Oscar, a maior premiação do cinema mundial, o #ProgramaDiferente deixa a fantasia de lado e trata da realidade do cinema brasileiro engajado em causas sociais. Mostramos mais um bate-papo que fez parte da Virada Sustentável, desta vez com o tema "Cinema: Luzes, Câmera, Mudança!". Assista.

Entre os participantes, destaque para os cineastas Tarso Araújo, diretor do filme "Ilegal", que retrata a luta de famílias pela legalização de remédios derivados da maconha para o tratamento de seus filhos; Leonardo Brant, de "Comer o Quê?", que promove um amplo debate sobre o lugar da alimentação em nossas vidas; e Estela Renner, de "Muito Além do Peso", um alerta sobre a obesidade infantil decorrente de hábitos alimentares nada saudáveis, e "Além da Vida", que mostra a importância dos primeiros anos de uma criança num ambiente de amor, seguro e acolhedor.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Claudio Fonseca protesta contra pontos da reforma da Previdência que põem em risco direitos do trabalhador

O vereador Claudio Fonseca (PPS), que é também professor e presidente do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal), apresentou moção na Câmara de São Paulo contra tópicos da reforma da Previdência que, na opinião dele, colocam em risco direitos conquistados pelos trabalhadores.

O parlamentar do PPS faz uma série de considerações sobre a eventual aprovação da PEC 287/2016, que dispõe sobre a reforma da Previdência. Segundo o professor Claudio Fonseca, essa reforma poderá ocasionar graves consequências aos trabalhadores públicos e privados.

Ele protesta, por exemplo, contra "a idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e mulheres indistintamente e 49 anos de contribuição para os trabalhadores gozarem na integralidade dos vencimentos; que, no caso do magistério público e privado da educação básica, suprimirá o direito à aposentadoria especial dos professores com menos de 50 anos de idade, no caso dos homens, e 45 anos, no caso das mulheres; bem como, para os futuros profissionais que ingressarem na carreira".

Leia trechos do seu discurso na tribuna da Câmara Municipal:
"Sabemos que sempre é apontado como causa do déficit da Previdência no Brasil um desequilíbrio entre contribuição dos trabalhadores, dos empresários e as despesas que são realizadas para pagamento de pensão e aposentadoria." 
"No entanto, sabemos também que já foram feitas duas reformas da Previdência. Uma durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, que já aumentou o tempo de contribuição dos trabalhadores e a idade mínima para a aposentadoria. Depois, durante o governo do presidente Lula, em 2003, foi realizada outra reforma da Previdência, que teve, entre outros efeitos, o fim da paridade entre a remuneração e os proventos dos ativos e aposentados. Dizemos que tudo isso causou um enorme prejuízo, tanto a reforma do FHC quanto a do Lula, que acabou com a paridade." 
"Não bastasse isso, vêm sendo impostas novas normas, quer seja no programa que fixa o teto de gastos do Governo Federal, quer seja através do projeto de lei encaminhado pela ex-presidente Dilma, que dispôs sobre a renegociação das dívidas dos Estados e municípios, impondo, inclusive, a criação de regimes de previdência complementar."
O vereador também se posiciona contra a supressão da paridade, "introduzindo regras de transição draconianas, na medida em que, para gozar de uma aposentadoria com o valor do teto do INSS, todos os trabalhadores precisariam ter começado a contribuir com a Previdência aos 16 anos de idade sem que, nesse período, tenha havido uma única interrupção na contribuição".

Considera ainda que "a concretização dessa reforma é um ataque frontal aos direitos dos profissionais da educação, demais servidores públicos e dos trabalhadores em geral."

Aprovada simbolicamente em plenário pelos vereadores paulistanos, a moção proposta pelo vereador Claudio Fonseca foi encaminhada à Presidência da República, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

#ProgramaDiferente aborda a ditadura no Brasil e na Argentina sob o olhar de dois escritores premiados



O #ProgramaDiferente desta semana retrata os tempos da ditadura, tanto no Brasil quanto na Argentina, e mostra como dois escritores premiados, de diferentes gerações, misturando ficção e realidade, traduzem em suas obras as cicatrizes destes Anos de Chumbo. Assista.

O bate-papo, conduzido pelo jornalista e poeta Heitor Ferraz Mello, faz parte do evento Pauliceia Literária e traz os olhares sensíveis de Bernardo Kucinski (cuja irmã está entre os desaparecidos do regime de exceção brasileiro) e de Julián Fuks (que aborda o tema recorrente das crianças que, nascidas no cativeiro, cresceram em famílias adotivas). 

Romancista, jornalista e mestre em teoria literária pela USP, Julián Miguel Barbero Fuks é filho de argentinos refugiados no Brasil. Ganhador do Prêmio Jabuti de 2016 com o livro "A Resistência", revela os traumas da ditadura argentina dos anos 70 a partir de um drama pessoal: seu irmão adotado pela família de militantes políticos.

Um dos nomes mais importantes da imprensa no Brasil, o jornalista e cientista político Bernando Kucinski iniciou sua trajetória no movimento estudantil e ajudou a mapear a tortura também motivado por uma tragédia familiar. Escritor de contos, estreou como romancista com mais de 70 anos de idade, com o livro "K. - Relato de uma Busca", obra de ficção que é baseada na sua própria história.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

#ProgramaDiferente mostra as ações do prefeito João Doria contra os pichadores em São Paulo



O #ProgramaDiferente acompanha as ações do prefeito João Doria contra os pichadores na cidade de São Paulo. Desde a campanha eleitoral até a aprovação pela Câmara Municipal da lei que estabelece multas de R$ 5 mil a R$ 10 mil, além da reparação de danos, a ordem é "tolerância zero" contra as pichações em muros públicos e particulares.

Nesta reportagem especial, você conhece também as opiniões do secretário municipal da Cultura, André Sturm; do fotógrafo e jornalista João Wainer, autor do documentário "Pixo"; do diretor do documentário "Cidade Cinza", Marcelo Mesquita; e do ´pixador´ e grafiteiro Mauro Neri. Veja aqui.

A polêmica com pichadores e grafiteiros é um dos principais assuntos destes dois meses iniciais da gestão do tucano João Doria na Prefeitura de São Paulo. A TVFAP.net já produziu outros dois programas sobre o tema.

Assista:

Ativismo na Arte: Consciência e Atitude no #ProgramaDiferente

Pixação no #ProgramaDiferente: arte, protesto ou vandalismo?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Quem seria o "anão moral" da Câmara Municipal?

O termo "anão moral" foi repetido várias vezes em plenário pelo vice-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Eduardo Tuma (PSDB), sobre um colega inominado. Quem será? A informação sobre as CPIs (uma foi derrubada pela ausência de membros) e a polêmica do "anão moral" são contadas pelo Câmara Man:

No início da legislatura, os vereadores aprovaram três CPIs. O regimento interno determina que pelo menos duas Comissões Parlamentares de Inquérito são de instalação obrigatória. Porém, com a não indicação de membros para uma delas, na prática esta terceira CPI (da chamada "Máfia do Asfalto") foi simplesmente derrubada. Não vai mais acontecer.

Da CPI dos Grandes Devedores farão parte os vereadores Eduardo Tuma (PSDB), Rodrigo Goulart (PSD), Camilo Cristófaro (PSB), André Santos (PRB), David Soares (DEM), Toninho Paiva (PR) e Senilval Moura (PT).

A outra CPI que deve ser instalada é a dos Migrantes, proposta pelo vereador Eduardo Suplicy (PT).

Sobre esse tema, o líder do PT, vereador Antonio Donato, mostrou-se extremamente irritado com três notas publicadas na coluna Painel, da Folha de S. Paulo:
Passos curtos - Vereadores de SP correm para instalar uma CPI para apurar prejuízos com recapeamento na cidade. O prazo vence na quarta (15), mas PT, PRB e DEM não indicaram membros, embora já o tenham feito para outras duas comissões. 
Precedentes - Nos bastidores, vereadores desconfiam de tentativa de extorsão dos investigados. O presidente da CPI, Eduardo Tuma (PSDB), diz que ela ‘muito provavelmente será instalada’ e que a suspeita é ‘grave e além do meu conhecimento’. 
Focado - Outra das comissões que serão instaladas será voltada ao estudo da migração em São Paulo. Vem sendo tratada nos corredores da Câmara como ‘terapia ocupacional’ para Eduardo Suplicy (PT), que a presidirá.
"Três notas absolutamente desrespeitosas, plantadas por um vereador", acusa Donato. "Aprendi com o nosso antigo presidente José Américo que jornalista brasileiro não respeita off, não preserva a fonte e, portanto, sabemos quem foi o vereador."

O "anão moral"

O vice-presidente da Câmara, vereador Eduardo Tuma (PSDB), também foi bastante duro na crítica ao colega que supostamente "plantou" a nota no jornal: "O que me parece é que realmente de acordo com a própria nota há algum tipo de fornecimento de informação, primeiro, equivocada; segundo, mentirosa; e um terceiro ponto, querendo ofender alguns vereadores."

E Tuma foi além: "Essa pessoa, esse sujeito que assim o faz, não posso interpretar de outra forma. Não tem estatura política. É um verdadeiro anão moral. Vou repetir, um verdadeiro anão moral. Não pode agir dessa forma usando desse recurso para tentar atingir vereadores da Casa, com uma informação absolutamente mentirosa. Então, suscitar suspeita sobre este ou aquele e desta forma maldosa me parece que não há qualquer tipo de fundamento e me parece uma agressão de um verdadeiro anão moral."

Na Folha de S. Paulo desta quarta-feira, mais duas notas sobre o assunto, para botar mais lenha na fogueira:
Não vingou - A CPI do Asfalto na Câmara paulistana acabou mesmo enterrada. “A Máfia do Asfalto apontada pela comissão ficou preservada e livre para operar”, afirma José Police Neto (PSD). 
Ordem do dia - Líder do PT, Antonio Donato diz que não fez a indicação porque havia acordo para que funcionassem apenas duas CPIs: a da migração e a da dívida.

Com votos até do PT, gestão Doria aprova lei que estabelece multas de R$ 5 mil a R$ 10 mil para pichadores; PPS fez defesa do projeto na tribuna

Por 51 votos favoráveis e 2 contrários (da dupla do PSOL, Toninho Vespoli e Sâmia Bonfim), e defesa na tribuna pelo vereador do PPS, Claudio Fonseca, foi aprovado o substitutivo ao Projeto de Lei 56/2005, dos vereadores Adilson Amadeu (PTB) – autor da proposta original, que estabelecia o "Disque-Pichação" – e outros 27 parlamentares co-autores, que reconhece a prática do grafite como manifestação artística e cultural, mas prevê multas de R$ 5 mil para quem for flagrado pichando em propriedades pública ou privada e de R$ 10 mil para monumentos ou bens tombados na cidade.

O projeto aprovado estabelece ainda o atendimento por sistema eletrônico para que os cidadãos possam fotografar o delito e enviar a órgãos competentes pela fiscalização, estabelece multa de R$5 mil para o comerciante que não apresentar a relação de notas fiscais das vendas de spray de tinta com a identificação do comprador, ficando proibida a venda a menores de idade. Em caso de reincidência, o estabelecimento poderá até ser fechado pela prefeitura. Os valores arrecadados com as multas deverão ser destinados ao Fundo de Proteção ao Patrimônio Cultural e Ambiental Paulistano.

A bancada do PT, que não votou o projeto na sessão da semana passada, concordou com as mudanças apresentadas e foi favorável ao projeto que segue para sanção do prefeito João Doria. Os vereadores Toninho Paiva e Noemi Nonato, ambos do PR, estavam ausentes da votação.

 "O substitutivo tem avanços em relação ao projeto anterior e deixa de ser apenas punitivo", justificou o líder petista, vereador Antonio Donato. Entre as mudanças que levaram a legenda a votar favoravelmente ao projeto substitutivo está a possibilidade do pichador ficar isento da multa caso se comprometa a fazer trabalhos educativos.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A obra do escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo é o tema do #ProgramaDiferente desta semana



O #ProgramaDiferente desta semana é um especial com o jornalista e escritor Luis Fernando Veríssimo. Famoso por crônicas, contos e roteiros de TV, mas também pelo humor ácido, pela timidez e por falar pouco. Mostramos com exclusividade trechos de uma entrevista com Drauzio Varela e um bate-papo com o cronista Humberto Werneck e com o jornalista Manuel da Costa Pinto sobre a trajetória deste gaúcho de 80 anos de idade e filho do também escritor Érico Veríssimo.

Homenageado na Pauliceia Literária, evento organizado pela Associação dos Advogados de São Paulo com a cobertura da TVFAP.netVeríssimo conta como começou no jornalismo e quais foram as suas influências para se tornar escritor. Veja ainda a interpretação de textos do autor, como "Provocações", pelo ator e diretor Antonio Abujamra; "Pechada", pela contadora de histórias Edi Fonseca; "Homem que é Homem" e "Casal é Tudo Igual". Assista.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Semana vai render: Juliana Cardoso (PT) pede cassação de Fernando Holiday (DEM) após acusar seus assessores de agressão



A vereadora Juliana Cardoso, com apoio do Diretório Municipal do PT, do presidente nacional do seu partido, deputado Rui Falcão, e da turma cooPTada das redes sociais, pede agora a cassação do colega Fernando Holiday (DEM), após toda a polêmica instalada na Câmara Municipal na sexta-feira passada.

O PT solta nota de solidariedade. Aliados como os Jornalistas Livres publicam matérias tendenciosas em que se rendem à campanha de vitimização da petista, contra o "ataque à democracia", o "fascismo", o "machismo" etc. (distorcendo completamente os fatos ocorridos).

Por outro lado, apoiadores do MBL escracham o comportamento da vereadora e de suas assessoras, e também sugerem a cassação da petista por falta de decoro e falsa comunicação de crime.

A semana promete... :-)

Leia mais no Câmara Man:

Guerra de versões acirra polêmica entre vereadores do PT e do DEM: mas, afinal, quem é o agressor e quem é a vítima?

Confusão entre assessores e vereadores Juliana Cardoso (PT) e Fernando Holiday (DEM) marca uma sexta-feira atípica na Câmara Municipal de São Paulo

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Maioria dos paulistanos aprova início da gestão Doria; reprovação é menor que eleitorado de Haddad ;-)

O primeiro mês de trabalho do novo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), tem alto índice de aprovação dos paulistanos, como mostra pesquisa Datafolha.

Segundo levantamento divulgado neste domingo, 44% consideram que o tucano, eleito no primeiro turno, está fazendo uma gestão boa ou ótima e 33% avaliam o início do seu governo como regular, diante de apenas 13% como ruim ou péssimo. Outros 10% não opinaram.

Ou seja, entre regular, bom e ótimo são 77% dos paulistanos. O índice de 13% de críticos declarados é menor que o número de votos recebidos pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que obteve 16,7% dos votos válidos (contra 53,3% do tucano) em outubro de 2016.

Programas de zeladoria (Cidade Linda), o aumento da velocidade máxima nas marginais e o mutirão de exames médicos (Corujão da Saúde) em parceria com hospitais particulares são citados entre os destaques deste princípio de gestão. São bem vistas também as várias atividades externas do prefeito, que não raro tem agenda pública das 6h às 0h.

Foram 46 eventos oficiais fora da prefeitura em apenas um mês. Será que Haddad chegou a isso em quatro anos? (kkk)

Os números do Datafolha mostram, por exemplo, que 71% dos paulistanos consideram João Doria muito trabalhador. Ele  também é considerado humilde por 66% dos entrevistados. Entre outros adjetivos positivos, ele é visto como muito inteligente (92%), moderno (83%) e decidido (84%).

Para 63%, Doria fará gestão melhor do que seu antecessor. O que não chega a ser grande coisa ;-)